Nus Se Terra - Nus Se Komunidadi - Nus Se Adranse - Nossa Herança

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"Pintura"

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Salvem a nossa cultura - Salvasang kum nus se kultura - Save our culture

Comunidade Kristang (cristã)

Atravessei o oceano em direcção ao Oriente.
Cheguei a Malaca onde os portugueses atracaram os barcos há 500 anos.
Aqui continuam bravos e orgulhosos das nossas tradições.

BEM VINDOS(as) AO PORTUGUESE SETTLEMENT

Um Líder de 78 anos

Noel Felix



"A nossa língua ninguém pode comprar com pataca (dinheiro).
Quando nasci para o mundo, a minha mãe já falava português e eu bebi do seu leite. Falamos português muito antigo".
Noel Felix

A nossa Rua tem o nome D'Albuquerque

O Senhor George Edgar de 78 anos de idade conta que este ano 2011 faz 500 anos que Afonso De Albuquerque chegou a Malaca. Diz-nos também que em 1511 Afonso De Albuquerque atracou os seus 18 navios de guerra cheios de soldados (aqui), no Estreito de Malaca.

Por isso é que existe uma Rua que tem o nome de Afonso de Albuquerque (explica).

Baseada nesta perspectiva foi desenvolvida uma actividade com as crianças:
"O nome da nossa Rua", com a "pintura" do rosto de Afonso De Albuquerque.




Pintura por Nicole Monteiro


Pintura por Celina Cassandra Monteiro


Pintura por Anabelle De Silva





Pintura por Maryane Alcantra


Pintura por James De Silva










Pintura por Gwendalyna Alcantra






Pintura de Shaun Lazaroo


Pintura de Catelina Stella De Silva

Pintura de Elton De Silva

Pintura de Justin Pereira



Pintura de Rihana Danker

"Lembransa" de família

No Bairro Português de Malaca, fotografia diz-se "pintura".

Antigamente as fotografias tiravam-se em dias muito especiais.

Ao longo da nossa vida tiramos "pinturas" para termos uma lembrança, para mais tarde recordar, para testemunhar o passado no presente. As fotografias antigas são preciosas e por vezes não são fáceis de encontrar.

Estas fotografias foram cedidas por Sara Santa Maria que está a fazer o seu álbum de família, mergulhando no baú dos seus pais, avós e antepassados.


Sara Frederica Santa Maria


Os avós:
Reginald Santa Maria
Margerate Lowe


Casamento dos pais:
Aloysius Santa Maria
Dolly Da Costa
Fotografia de casamento com ambas as familias. Como manda a tradição, familia Santa Maria (noivo) à esquerda e familia Da Costa (noiva) à direita.


Primeira comunhão da Prima Ira Santa Maria


Aniversário de Dolly Da Costa com a família.


Dolly Da Costa

Visite o blog da família Santa Maria desenvolvido no âmbito do projecto Povos Cruzados - Futuros Possíveis, coordenado por Sara Santa Maria, professora de educação especial.
http://www.santamaria-familia.blogspot.com/

Malaca com a Geografia das Amizades

Seguindo os passos de Fernão Mendes Pinto, Gonçalo Cadilhe e Vasco, passaram por Malaca e pousaram as suas mochilas no Bairro Português de Malaca, Portuguese Settlement.

Desta visita resultou um artigo e parte do documentário inserido no âmbito das comemorações dos 500 anos do nascimento de Fernão Mendes Pinto.

Artigo da Revista Visão Vida & Viagens Dezembro/Janeiro.
2010-2011




"No âmbito da comemoração dos 500 anos do nascimento de Fernão Mendes Pinto, provavelmente o maior aventureiro português, o autor Gonçalo Cadilhe apresenta um documentário dividido em dois episódios de 50 minutos cada sobre a vida, as viagens e a obra “Peregrinação” de Fernão Mendes Pinto. O documentário decorre nalguns dos países do Oriente por onde Mendes Pinto passou, nomeadamente Índia, Indonésia, China, Japão, Vietname, Malásia e Cambodja. É portanto um documentário de viagens, num registo informal e mochileiro, em que Gonçalo Cadilhe vai interligando os lugares por onde passa e as experiências que vivencia com temáticas da História de Portugal e Universal do período dos Descobrimentos, com questões polémicas relacionadas com a biografia de Fernão Mendes Pinto e naturalmente com episódios da Peregrinação. Tal como declara no início do documentário, Gonçalo Cadilhe não pretende reconstituir os itinerários da Peregrinação, tarefa aliás ingrata se não mesmo impossível dadas as imprecisões da obra, nem sequer apresentar uma biografia tout-court de Fernão Mendes Pinto. Pretende-se, isso sim, “lançar pistas, abrir portas, provocar reflexões” sobre a maior obra de literatura de viagens da língua portuguesa e toda a conjuntura histórica que a envolveu. Para além das cenas “on the road”, que constituem a principal fatia do documentário, “Nos Passos de Fernão Mendes Pinto” tem a participação de vários académicos portugueses, da área da História e da Literatura, especializados em Fernão Mendes Pinto".

Informação retirada daqui:
http://www.rtp.pt

Malaca sente.

Desejamos a todos um bom (bong) ano (anu) novo (nobu) 2011.



Chocolate recebido no Bairro Português de Malaca.

Medan Portugis



A Praça Portuguesa, também conhecida como Medan Portugis - Portuguese Square, foi construída em meados dos anos 80 como referência ao típico Mercado Português.


Nos dias de hoje, a Medan Portugis apresenta um aspecto diferente, mais colorido, conhecido pelos turistas como "Mini Lisbon".



©Projecto Povos Cruzados - Futuros Possíveis © TODOS OS DIREITOS RESERVADOS © ALLRIGHTS RESERVED

A reviver o tempo das "castanholas"

Na época do Natal ninguém escapa aos estalinhos e bombinhas, uma tradição popular muito apreciada pela geração mais nova. As crianças andam em grupos de três ou quatro a largar estalinhos a qualquer pessoa que passe pelo Bairro Português de Malaca.
Depois fogem a rir.

No ar fica o cheiro a pólvora...







Saudações Natalícias



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A Casa do Coração em Malaca

Na Rua D'Albuquerque.

"A Casa Korsang Di Melaka".











Este ano queremos desejar Bom Natal e Bom Ano Novo em 3 línguas a todas as familias da comunidade e turistas que passam o Natal no Portuguese Settlement.

Colaboração: Empresa Slingshot, Michael Banerji e Agnes Fernandis (familia que alberga a Cátia), Cátia Bárbara Candeias, Tomás Pires, Jothi Nagei, Jenny, Anselm Fernandez, Julie Biscoits.

Obrigada a todos. Mutu grandi merseh.

A comunidade de Tugu, Jacarta

O Projecto Povos Cruzados - Futuros Possíveis tem sido desenvolvido na base da partilha de informação cultural. Povos, pessoas, comunidades, que se interligam ao longo da nossa história, representando o passado, o presente e evoluindo com o futuro.

Convidámos Sara França, Leitora do Instituto Camões em Jacarta, para escrever sobre a comunidade de Tugu em Jacarta-Indonésia, comunidade de descendentes de Portugueses, que foram para Jacarta de Malaca, Cochim, Ceilão entre outras regiões.



A comunidade de Tugu, Jacarta, por Sara França.

A comunidade de Tugu vive numa aldeia, a nordeste de Jacarta, chamada Tugu. Esta zona de Jacarta é muito caótica, barulhenta e poluída devido à proximidade do portode Tanjung Priok. Este porto é o principal do país, é enorme, com os seus cerca de 430hectares, e tem um tráfego incessante. As estradas desta área de Jacarta têm um trânsitosempre congestionado pelos inúmeros camiões de carga que vão e vêm do porto. Assim, podem imaginar que não é muito fácil nem agradável o caminho até Tugu! No entanto, quando avistamos o pequeno cemitério da aldeia, começamos a relaxar um pouco. Saindo da estrada infernal e transpondo o portão de entrada, soltamos enfim um suspirode alívio e de prazer: chegámos a Tugu. Fico sempre admirada com o aconchego, a limpeza e o encanto daquele lugarejo, afinal tão próximo da estrada infernal mas aomesmo tempo tão distante.

Esquecemo-nos completamente dos camiões, do monóxido de carbono e do bulício enervante de onde viemos e entramos num mundinho à parte, com uma bela igreja branca do século XVII, encimada por telhas vermelhas, ao lado deum cemitério bem cuidado, com uma escola e uma biblioteca (construída com o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian), um jardim e muitas árvores de fruto. Continuando mais para Este, mais para dentro, atravessamos o rio Cakung e vamos dar à aldeia propriamente dita: formada por ruelas retas e perpendiculares onde encontramos pequenas moradias com alpendres e vasinhos com flores. Nesta aldeia não vive apenas a comunidade de Tugu, vivem também indonésios de outras partes do arquipélago: das ilhas Celebes, das ilhas Molucas ou doutras regiões de Java.

Neste momento, vocês devem estar a perguntar-se o que é que a comunidade de Tugu terá de especial para eu perder tanto tempo e palavras a descrever a sua aldeia.


Há várias versões da origem da comunidade de Tugu. A mais comum mente aceite éa de que se trata de uma comunidade de descendentes de mestiços Portugueses e de antigos escravos de Portugueses: um grupo de Mardjikers que habitava a então chamada Batavia (nome por que era conhecida Jacarta nos tempos da administração holandesa).

Para compreender quem eram os Mardjikers, é preciso um pouco mais de História.
Jacarta foi conquistada pelos Holandeses em 1619 e grande parte da sua população não era indígena. Inicialmente, vieram habitantes da costa de Coromandel e da costa do Malabar na Índia, recrutados pelos Holandeses para trabalhar como soldados do exército colonial e como guardas para manter a paz em Batavia, impedindo revoltas locais. Estes homens eram apelidados de Mardjikers (termo do sânscrito atribuídono período Hindu a religiosos ou monges que não pagavam impostos), pois estavam isentos de pagar impostos. Mais tarde, surgiram escravos oriundos das ilhas Molucas,que trabalhavam nos navios ou na construção de fortes, estradas e outros projetos. Por bom comportamento ou pelos bons serviços prestados, estes escravos eram muitas vezes libertos – e passavam a ser chamados Mardjikers também, não porquenão pagassem impostos, mas porque eram livres.

Finalmente, depois do declínio do império colonial português no Sudeste Asiático em meados do século XVII, chegaram comerciantes, artesãos e aventureiros oriundos de Malaca, Ceilão, Cochim e Calecute– estes estrangeiros, com mais talento, conhecimento e experiência no convívio com os Europeus, tornaram-se funcionários públicos, proprietários de lojas e empregados em entrepostos comerciais. Socialmente, misturavam-se com os Mardjikers. Estas três levas de emigrantes acabaram por se fundir numa comunidade mais ou menos homogénea durante o século XVII. Eram os chamados “Portugueses Negros”. O que é que estagente – de países e regiões diferentes; de grupos sociais, culturais e profissionais diferentes – tinha em comum? A língua e a religião.


Todas estas pessoas tinham vindo de regiões onde Portugal estivera presente, quer comopotência colonizadora quer apenas como agente comercial, tendo sofrido a influênciada língua, religião e cultura portuguesas. Todas elas adotaram o Português como línguade comunicação e durante quase dois séculos o Português foi efetivamente a língua de comunicação em Batavia: entre Europeus e nativos de diferentes países e mesmo entreos próprios Asiáticos que vinham dos seus diferentes países para Batávia. Ao contrário do que se imaginaria, a religião dos “Portugueses Negros” não era o catolicismo. Todos eles foram convertidos ao Calvinismo em Batávia, devido às imposições rígidas dos Holandeses – que, no entanto, não conseguiram converter-lhes a língua. Os Tugu descendem de um grupo de Mardjikers a quem os Holandeses ofereceram um terreno (onde fica a aldeia de Tugu), em 1661, pelos bons serviços prestados à Companhia das Índias Orientais.

Apesar de todas as vicissitudes, este pequenino enclave manteve vivo um crioulo debase lexical portuguesa, o Papiá Tugu, até 1978 – ano em que morreu Jacob Quiko, o então chefe da comunidade e único falante da língua. Atualmente, esse crioulo sobrevive apenas nas letras das canções de Keroncong que eles cantam. O Keroncong é um tipo de música que nasceu no seio desta comunidade e que é hoje em dia considerado um tipo de música nacional de grande popularidade. A sua origem remonta ao século XVI, quando marinheiros portugueses trouxeram com eles a sua música e instrumentos ao arquipélago indonésio. No entanto, é também possível sentir uns resquícios desse belíssimo crioulo, muito semelhante àquele falado em Malaca, em algumas expressões quotidianas que ficaram cristalizadas e que os membros da comunidade ainda usam.

Os Tugu são protestantes. Fazem questão de assumir e exibir a sua diferença relativamente aos “outros”. Orgulham-se da sua ascendência portuguesa, gostam de beber vinho, de comer carne de porco, dançam aos pares, falam com brio da sua fisionomia europeia e dos seus narizes longos, riem-se desbragadamente e dão-se acomentários brejeiros (o que contrasta imenso com a cultura javanesa que preza a moderação e a cerimónia) e adoram conviver, cantar e dançar.

Em 2008, a então Leitora do Instituto Camões em Jacarta, Maria Emília Irmler, criou – com a assistência de uma jovem indonésia que aprendera danças tradicionais portuguesas em Macau, a Pipita – um grupo de danças tradicionais portuguesas constituído por membros da comunidade.

São os Romeiros de Tugu.

Finalizemos, então, com uma canção de Keroncong chamada “Kafrinju”, que fala sobre uma mestiça portuguesa de Goa, cantada em crioulo de Tugu pelo chefe da comunidade: Andre Michiels.


Deixo-vos, também, a belíssima letra da canção de Keroncong “Moresco”, considerada uma canção do folclore português do século XVI, em crioulo e em português.



Um abraço de Malaca para a comunidade de Tugu.
Obrigada Sara por este testemunho.
Muitas Mercês.


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Preservação da língua materna para as gerações futuras


AGIR, PENSANDO NO FUTURO.
Colabore connosco na divulgação do nosso Projecto.

Este ano vamos celebrar o Natal com histórias e músicas em forma de Poema.

Desde 2009, Cátia Bárbara Candeias tem feito a recolha de histórias, músicas, poemas, entre outros, pela comunidade luso-descendente de Malaca. A coordenadora do Projecto refere a importância desta recolha como forma de motivar as futuras gerações a aprender o que as outras gerações mantiveram até aos dias de hoje.

No âmbito do nosso Projecto Povos Cruzados-Futuros Possíveis, aliado às aulas de português, está a ser organizado para a Celebração do Natal uma competição de Poemas destinada a crianças e jovens. O principal objectivo desta competição é fazer as coisas acontecerem alertando e sensibilizando Portugal, Malásia e a própria comunidade para a preservação cultural do dialecto muitas vezes referido pelas pessoas da comunidade como a "linggu mai" - língua materna.

A leitura dos poemas tem requerido muita dedicação pois as crianças e os jovens não estão habituados a ler no próprio dialecto.

Deixa-mos o convite para quem queira e possa estar presente.

Recital de Poesia
- Celebração de Natal
Dia 19 de Dezembro de 2010 às 16 horas.
Open Air Stage - Bairro Português de Malaca - Malásia

Os poemas serão publicados no jornal trilingue on-line "Jornal Papia Portugues", juntamente com as fotografias dos vencedores em http://www.malaca-portugal.blogspot.com/

Esta competição conta com a colaboração de Peter Gomes, Michael Banerji, Anselm Fernandis, Jenny, Agnes Fernandis, Jothi Nagei, Tomás Pires, Noel Felix.
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Christmas Poetry Recital

19th December 2010 – Christmas celebration
Contest at Open Air Stage – Portuguese Settlement -Malacca , Malaysia

The poems will be published in the online newspaper “Jornal Papia Português” together with their photographs of the winners at http://www.malaca-portugal.blogspot.com/

OUR GOAL: Preservation of the Malacca Portuguese heritage for future generations.

Act, thinking in the future.

Ter um nome Português

Na comunidade luso-descendente de Malaca são várias as pessoas que têm o primeiro nome ou o apelido em português.

Um dia, uma amiga chinesa visitou-me em Malaca e levei-a a conhecer a comunidade.
Cruzámo-nos com o Senhor António na Rua Texeira, que caminhava com o seu carrinho de mão e as suas redes de pesca. Apresentei-os falando em inglês, dizendo que era o meu amigo António. A minha amiga disse "Hello Anthony". Ele olhou-me nos olhos dizendo "My name is António, portuguese name" apertando a mão à minha amiga sorrindo.

Faço esta observação porque o orgulho que ele me transmitiu foi enorme. Por vezes não damos conta do quanto é importante para estas pessoas o sentimento de pertença e identificação portuguesa.

Visite o nosso Jornal Papia Português onde já foram recolhidos apelidos portugueses no Bairro Português de Malaca, clique em:

Sabores Cruzados - Cultura alimentar

Aprender português através do sabor.

A comida e a forma como cozinhamos é por vezes a reveladora dos nossos valores culturais. É também uma atracção como produto turístico pois acaba por revelar a cultura alimentar de uma cidade ou País, despertando sensações e interesse nos viajantes e turistas.

Muitos turistas visitam o Portuguese Settlement para provar o delicioso peixe, marisco, caril entre outros. Apesar da comunidade ter os seus próprios pratos tradicionais, famosos em toda a Malásia, foi-nos pedido que fizessemos uma demonstração de alguns pratos portugueses.

Sabores Cruzados - Cultura alimentar, nasce aliado ao nosso Projecto que contou com a colaboração de Tomás Pires, turista voluntário da Associação Korsang Di Melaka que esteve no Bairro Português de Malaca durante 3 meses a colaborar com Cátia Bárbara Candeias, coordenadora do Projecto Povos Cruzados-Futuros Possíveis.


Restaurante de Lisboa (Lisbon), no Bairro Português de Malaca.



Sandra Dias, Kerry Dias, Albert, Tomás Pires e Cátia Candeias.


Tomás Pires acompanhou as pessoas do restaurante ao supermercado e comprou os ingredientes necessários para cozinhar "Frango à brás" que não pôde ser "Bacalhau à brás". Todos estiveram atentos durante a preparação.


O Restaurante Lisbon já serve Frango à brás.

Colabore connosco.

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O Museu da Comunidade no Bairro Português de Malaca

"Eu vejo o futuro repetir o passado
Eu vejo um museu de grandes novidades
O tempo não pára".
Cazuza

Cada Museu representa a conservação do patrimônio cultural de um determinado povo, a manutenção e a valorização da sua identidade. A reabilitação do Museu do Bairro Português de Malaca é outro dos Projectos que pretendemos tornar possível.

Ao longo da minha vivência em Malaca, conheci turistas de várias nacionalidades que visitaram o Museu da comunidade deixando o seu nome no livro de visitas.

Praticamente todos os dias entro no Museu e um dia perguntei ao Senhor Edgar para que servia aquele livro de visitas que já tem milhares de assinaturas, ao qual ele respondeu:

"Ungua dia tudu genti podi sabeh ki nos teng bida naki, tudu genti beng bisita kum nus jah bota nomi nisti buku".

"Para que um dia todas as pessoas saibam que nós existimos e que nos visitam
. As pessoas que nos visitaram já escreveram o nome neste livro".
Senhor Edgar Overee com o livro de visitas do Museu.

Acreditamos, que se as Instituições e Empresas se unirem na realização de projectos conjuntos, Portugal conseguirá obter um maior sucesso na promoção de Portugal como destino turístico e não só, conseguindo, ao mesmo tempo, uma maior e mais forte projecção internacional da sua imagem.

Colabore connosco na reabilitação do Museu no Bairro Português de Malaca.

Contactos:
Cátia Bárbara Candeias
Coordenadora do Projecto

Associação Cultural Korsang Di Melaka

ANTENA 1 em directo com o Navio Escola De Sagres

Navegando com a Sagres, a ANTENA 1 entra em directo com a NRP Sagres, todas as sextas-feiras às 6.40h. José Candeias entrou em contacto com o comandante Proença Mendes para uma breve resenha da viagem. Convidamo-los a ouvir a emissão especial de 29 Outubro de 2010, sobre a passagem por Malaca com a participação de Cátia Bárbara Candeias, bolseira do Instituto Camões.

Agradecemos ao Jornalista José Candeias pelo convite.

Mutu Grandi Merseh.

Clique no play:

Mutu grandi merseh - Muitas mercês

Agradecemos a todos os amigos, associados e visitantes que têm lido as noticias semanais do nosso Jornal Papia Português (jornal trilingue), bem como os que têm acompanhado o nosso Projecto Povos Cruzados-Futuros Possíveis desde Setembro de 2009.
Gostaríamos de solicitar a vossa colaboração sincera na promoção deste projecto e a vossa assistência na angariação dos meios necessários para o seu correcto desenvolvimento e continuação.

Obrigada, mutu grandi merseh.

Cátia Bárbara Candeias
Cordenadora do Projecto
Povos Cruzados-Futuros Possíveis