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"Pintura"

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Salvem a nossa cultura - Salvasang kum nus se kultura - Save our culture

Comunidade Kristang (cristã)

Atravessei o oceano em direcção ao Oriente.
Cheguei a Malaca onde os portugueses atracaram os barcos há 500 anos.
Aqui continuam bravos e orgulhosos das nossas tradições.

BEM VINDOS(as) AO PORTUGUESE SETTLEMENT

As aulas de Português

Ao longo dos tempos a comunidade portuguesa de Malaca tem mostrado ter um historial de reivindicação de valores e argumentos para a sua autonomia e diferenciação no conjunto dos povos da Malásia (Conf. «Save Our Portuguese Heritage Conference, 1995, Malacca, Malaysia, editado por Gerard Fernandis). O registo do património cultural passa, também, por um conhecimento mais aprofundado da língua e da cultura portuguesa, que em muitos aspectos só poderá ser realizado com o apoio de Portugal.

Por exemplo, a componente do folclore desenvolvida pelo Mestre de Danças José Machado foi o passo inicial. Com a devida sensibilidade e conhecimento profundo sobre o tema, o Mestre recolheu algumas músicas e poesias da comunidade e adaptou as mesmas a passos de folclore português, necessariamente adaptados ao clima tropical e quente.

As aulas de português, realizadas com os adultos, têm decorrido de forma bastante dinâmica. São abordados temas relacionados com a linguagem, cultura, música e histórias de vida. Toda a comunidade tem conhecimento do nosso Projecto, e sabem que existe uma professora portuguesa a viver no Bairro Português de Malaca, que está ali (num espaço comum a todos), para ensinar e aprender, para partilhar a cultura e tradições portuguesas.
O Sr. Noel Felix e o músico Cyparino De Costa partilharam nas aulas algumas fotografias e histórias de vida.



"A nossa língua ninguém pode comprar com pataca (dinheiro).

Quando nasci para o mundo, a minha mãe já falava português e eu bebi do seu leite (olha para a mama como se fosse dar de mamar a um bebe). Falamos português muito antigo". Noel Felix



Cyparino De Costa, com 14 anos de idade aprendeu a tocar guitarra e a cantar com o seu grupo de amigos no bairro português de Malaca.
Participou em vários grupos de música ao longo da sua vida e formou o seu próprio Coro de Igreja onde colaborava com o saudoso Frei Augusto Sendim.


Fotografia (da esquerda para a direira): Jojo Felix, George De Costa, Gerry Pereira, Francisco De Costa, Cyparino De Costa e Noel Felix


Fotografia (da esquerda para a direira): Cyparino, Margaret, Gerry, Jojo e Papa Joe.


Fotografia: Antigo Grupo Folclórico de S. Pedro



Fotografias cedidas por Cyparino De Costa

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Jornal Papia Português já disponível

Para aceder ao nosso Jornal Semanal clique no link:

http://www.malaca-portugal.blogspot.com/



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O Carnaval - Entrudo

Dia 14 de Fevereiro começa o Entrudo.
As celebrações do Entrudo começam 40 dias antes da celebração da Páscoa. Os residentes do Bairro chamam a este Carnaval - Intrudu ( festival de água).


Scott

Theresa Pereira

Durante o festival as pessoas (desde os mais velhos aos mais novos) brincam nas ruas com baldes de água na mão. Nem os visitantes ficam de fora. É costume oferecerem às suas "vítimas" um copo de vinho como um meio para se manterem aquecidos. O encharcamento simboliza a última oportunidade de se divertirem antes da purificação, durante o período Santo da Quaresma.
No mesmo dia ao final da tarde, é organizado um torneio de futebol em que todos os participantes têm de ir mascarados com roupas de mulher.

Estou a preparar com alguns alunos (crianças e jovens) máscaras. Uma colecção de sacos de plástico recicláveis coloridos. É barato e traz alegria.
Pensavam eles que os sacos serviam só para pôr o lixo... Está a ser uma euforia.
Apresentamos algumas peças da nossa colecção carnavalesca.

Marca água-agu








Top e saia feitos com sacos de plástico.

Cherlyen De Costa e Jesslyn Bernardete



Francis Jonh
Gail Lazaroo


Gwen Alcantra
Justin De Costa
Jeremy De Silva
Nicole Monteiro
Ezequiel, Sofia, Isaiah
Poema elaborado por nós sobre o Entrudo:

Quem vos disse que era assim? O avô.

Em louvor do ilustríssimo Afonso De Albuquerque:
Andamos a desfilar de baldes na mão
Numa terra longínqua desenhada no mapa
Pisamos o chão entre vitórias e derrotas
Atracamos a identidade junto ao Estreito de Malaca.
Ouve-se: olha o balde ...
Responde-se: venha ele
E depois ... ai ! sente-se.
Os pescadores continuam a lançar a rede
As mulheres continuam a cozinhar o peixe
As crianças brincam ao pião
E dançam ao som do malhão, malhão.
É assim a nossa tradição,
Que resiste de geração em geração.

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Papagaios de papel

E as crianças perguntaram:
Bárbara um papagaio? o que é?
Aqui dizemos sangola di papel.

Com a colaboração de Anthony, especialista em papagaios de papel feitos com bambu, organizámos uma competição de papagaios para colorir.



Ele fez a base e eu forrei-os com papel branco para as crianças pintarem.







O resultado está aqui:

Os ARTISTAS.

Jesslyn


Cherlyen De Costa

Clifford De Costa
William De Silva
Cyan Rodrigues

Kelly Monteiro

Luisa De Mello

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A parede das sombras

A actividade das sombras foi desenvolvida no âmbito do tema dos animais. As sombras despertaram um interesse ainda maior pela aprendizagem do tema e não só. As crianças deram "asas" à imaginação e criatividade.

























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